EXPERIÊNCIA COM A OFICINA DE PINHOLE
Interessei-me pela fotografia pinhole desde a oficina que foi realizada na Unidade Acadêmica de Arte e Mídia há um tempo atrás, mas que por questão de horário não pude fazer, e vi no projeto multimídia de Thais uma oportunidade de conhecer e trabalhar, de fato, com essa técnica de fotografia mais artesanal.
Participei de todos os dias da oficina, que foi de curta duração, mas que abordou todos os aspectos e processos necessários para a realização da fotografia, da qual nós mesmos produzimos nossa própria câmera.
As imagens foram registradas no terceiro dia de oficina, numa tarde nublada.
Minha primeira imagem foi registrada num ambiente coberto, o terraço do SintesPB, a câmera ficou inclinada, sem muita base para fixá-la e com um tempo de 35 segundos, o que resultou numa imagem bastante tremida. A segunda foi realizada ao ar livre, a ideia era mostrar a textura de uma pilha de madeira, porém ocorreu o mesmo problema da primeira, tempo longo (35 segundos), céu nublado e câmera inclinada, resultando em mais uma imagem tremida.
Durante a realização dessas duas primeiras fotografias, percebeu-se que uma mancha escura estava marcando todos os negativos na parte inferior da imagem. Ao perceber isso, levantou-se o papel fotossensível para que essa mancha não voltasse a aparecer. Entretanto, na terceira imagem ela voltou a aparecer.
A terceira imagem foi registrada com céu nublado, porém a câmera ficou fixa no chão, com tempo de exposição de 35 segundos.
Já a última fotografia foi feita em uma outra câmera (que não tinha apresentado problema). A mesma permaneceu fixa por 36 segundos, registrando tijolos, pedra e planta.
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