EXPERIÊNCIA COM A OFICINA DE PINHOLE
Decidi participar da oficina de pinhole por pura curiosidade e conhecimento da técnica fotográfica. Já tinha ouvido falar do processo, havia perdido uma oficina realizada anteriormente e por esse motivo me interessei meio que de imediato pela oficina PINSHIRT.
No primeiro dia nos foi apresentado o básico da história fotográfica e suas técnicas ao longo do tempo, as limitações da pinhole, suas variáveis “máquinas”, estilos de fotos e fotógrafos adeptos da técnica.
No segundo dia houve a montagem da máquina, a escolha da autora do projeto foi de usar a lata de leite em pó; foi engraçado, porém rápido, sem muitos problemas.
Para o terceiro dia foi marcado as fotografias. Foram fornecidos quatro papéis fotográficos especiais para cada um dos estudantes e para cada foto tirada teríamos que voltar para revelação imediata, já que o papel não poderia se expor a nenhum tipo de luz mais forte. O mais difícil na hora de fotografar era a angulação; nunca se sabe exatamente se está enquadrada do jeito que queríamos, em muitas das minhas apareceu mais chão que paisagem; tanto que a que saiu de melhor apreço foi a última foto. Outra questão que dificulta é saber o tempo certo de exposição à luz, principalmente porque o tempo no dia não estava muito bom; variou muito entre nublado e ensolarado, houve fotos que saíram escuras demais. A hora de revelar era a mais esperada, ver o resultado da foto que sabe-se lá como ia sair era quase que emocionante... Pena que muitas não saíram do jeito que se esperava... Foi-nos dada a opção de revelar o negativo, mas pelo meu mal jeito em mexer com líquidos preferi deixar com Thais mesmo. Ela nos explicou os quatro processos por onde passa a foto: revelador, água, fixador e água corrente para então deixar secar.
No quarto e último dia o objetivo foi transformar o negativo em positivo. Nesse dia Paulo Matias, o orientador, veio nos explicar que o uso do positivo também seria com o papel fotográfico usado no negativo, o positivo surgiria do aquecimento do negativo com negativo e a imagem sairia positiva no papel em branco. Passa pelo mesmo processo de revelação até secar.
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