Se interessou pela fotografia pinhole por ser diferente e por essa ter sido uma das poucas oportunidades em que pôde realizar esse tipo de fotografia.
EXPERIÊNCIA COM A OFICINA DE PINHOLE
Essa foi a minha segunda experiência com pinhole e ainda assim foi difícil a realização das fotos, principalmente pela imprevisibilidade que está atrelada à esta maneira de fotografar, o que é bastante interessante, pois exige organização e paciência do fotógrafo.
Para a realização das fotografias eu levei em consideração o conceito "profundidade de campo", por isso escolhi para a primeira foto a passarela do Centro de Humanidades, enquadrando suas colunas em perspectiva, num tempo de exposição de 20 segundos, pois apesar de nublado o sol ainda estava forte no momento em que essa fotografia foi realizada. Já a segunda foi tirada à sombra, sem muito apoio e com 25 segundos de exposição, por isso ela ficou "tremida". A terceira fotografia foi tirada em cima de um carro, cujo capô refletia as árvores, e devido a boa profundidade de campo, ficaram imagem e reflexos focados. Já a última foi uma foto de Pâmella tirando uma foto minha, e eu dela simultaneamente, o que não teve um resultado satisfatório pois eu estava em cima de uma ladeira e ela embaixo, e da maneira que eu segurei a câmera não consegui enquadrá-la.
No mais, foi ótimo poder ter outra experiência com esse tipo de fotografia que é tão pouco conhecido por nós, e pra mim que pretendo trabalhar com fotografia no futuro, qualquer nova experiência nesse ramo é válida.
Nenhum comentário:
Postar um comentário