segunda-feira, 6 de julho de 2009

Pâmella Leite

Está no 4º período de Arte e Mídia e tem como maior interesse a Fotografia - não apenas a digital, experimentando, até onde dá, as maravilhas da fotografia analógica - e espera um dia trabalhar nessa área, em conjunto com ilustrações e design gráfico. Ou não.

EXPERIÊNCIA COM A OFICINA DE PINHOLE
Participei da oficina de pinhole ministrada por Thais Gualberto para o seu projeto multimídia. Infelizmente não participei dos 4 dias de oficina, portanto só poderei relatar minha experiência sobre os dois dias que fui: o 2º e o 3º dia de oficina.
O 2º dia foi quando confeccionamos nossa câmera. Por falta de informação acabei não levando o material para a universidade, porém fiquei observando as pessoas construírem suas câmeras a partir de latas de leite em pó. Por ter participado da oficina do Grão Fino
[1ª Semana Arte e Mídia de Fotografia], eu já sabia como era o processo de construção, como deveria ser a estrutura da câmera. Mesmo com esse conhecimento prévio, essa aula foi boa para me relembrar de como confeccionar minha câmera pinhole em casa. E foi isso o que eu fiz.
No 3º dia de oficina pudemos colocar a 'mão na massa'. Carregamos nossas câmeras com papel fotográfico na sala modificada para funcionar como um laboratório e fomos fotografar as redondezas da universidade. Thais nos propôs que aproveitássemos a profundidade de campo que a câmera oferece e fôssemos registrar eventos, pessoas ou objetos que mostrassem o lado funcional da universidade. Lembro de ter fotografado algumas pilhas de pedras e um carrinho de mão, obras que estão sendo feitas na UFCG e as latas de lixo reciclável. Fotografávamos, levávamos a câmera ao laboratório improvisado e revelávamos para ver se estávamos indo no caminho correto. Então carregávamos nossas câmeras novamente e íamos capturar mais imagens. Cada aluno teve direito a 4 imagens.
Infelizmente perdi o 4º dia de oficina, onde iríamos passar as fotos do negativo para o positivo, portanto não vi o resultado final das fotos... Mas mesmo sem ver, foi instigante e muito interessante ver as transformações e as imagens aparecendo na nossa frente através das revelações. É interessante perceber o funcionamento da câmera e experimentar as diferentes exposições e ângulos e assim encontrar um melhor posicionamento para a imagem sair do jeito que se quer. A fotografia
pinhole é algo bastante artesanal e imprevisível, mas tendo noção de tempo de exposição, ângulo de abertura e profundidade de campo, tem como se prever sequer um pouco de como a imagem vai ser capturada.
Essa oficina foi de grande valia a todos, com certeza. Acrescentou mais conhecimento sobre a técnica fotográfica, e me motivou bastante a continuar experimentando a fotografia.

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